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Programa docente

Fábrica-Escola de Humanidades

Emplazamiento: Brasil

Fecha:04-03-2019

Universidad/Escuela/Facultad: Associação de Arquitetura e Urbanismo - Escola da Cidade

Curso: Ensino Médio e Técnico

Tipo: Obligada

Número de alumnos: 89

Enlace: https://www.escoladacidade.edu.br/ensino-medio/

DATOS DEL EQUIPO

Profesorado: Ciro Pirondi

Alumnado: Autoría panel 1: Ana Luiza Marques, Antonio Castagna, Beatriz Delfim, Benjamim Canguçu, Bento Werneck, Bruna Oliveira, Guilherme Rezende, Guilherme Silva, Ian Pissaia, Isabela Dellamonica, Joana Pirondi, João Gabriel Laender, João Pedro Pereira, Julio Talib, Luan Padilha, Luana Midori, Maria Eduarda de Souza, Pedro Italiani, Sofia de Pasquale, Violeta Nicastro, Vitória Ester
Autoría panel 2: Ana Luiza Marques, Antonio Castagna, Beatriz Delfim, Benjamim Canguçu, Bento Werneck, Bruna Oliveira, Guilherme Rezende, Guilherme Silva, Ian Pissaia, Isabela Dellamonica, Joana Pirondi, João Gabriel Laender, João Pedro Pereira, Julio Talib, Luan Padilha, Luana Midori, Maria Eduarda de Souza, Pedro Italiani, Sofia de Pasquale, Violeta Nicastro, Vitória Ester
Autoría panel 3: Alice Mainardi, Ana Beatriz Parada, Antonio Lins, Carolina Palladini, Cauã Cammarano, Cauan Souza, Eduardo Silva, Emilie Vidigal, Fabrizio Sartini, Felipe Victorino, Flora Padilha, Francisco Landucci, Helena Rea, Heloisa Canguçu, Iúna Ferreira, João Vitor da Silva, Júlia Barbosa, Julia Oliveira, Kai Katayama, Lara Minami, Lucas Zerbini, Luísa Gadotti, Luiza Gaião, Marília da Costa, Matias Puntoni, Miguel Marques, Nina Domschke, Noah Munhoz, Olívia Ribeiro, Paulo Volpato, Sophia Sampaio, Théo Frederico, Tomé Monticelli, Vitor Lotufo

Colaboradores: direção geral - ciro pirondi direção adjunta - rafic farah direção pedagógica - denise jardim, jenifer souza e vitor pissaia direção administrativa e financeira - renata palladini direção de comunicação - bia goulart secretaria escolar - bia bernardi professores anibal fonseca antonio bigode alexandre villares artur boligian beatriz vanzolini carlos palladini cecília amaro christiana de moraes cristiane falchetti denise jardim gilberto pamplona gilberto mariotti heloisa bonfanti jacó izidro joão batista brito joana barossi josiane sampaio juliana leite lucas andrade lucas buono kitty pereira marcelo dionisio mariana edaes mariana salles maurício zatti milena oliveira natália barbieri pedro ivo freire pedro puntoni rafaela reis renata palladini tom caffe valdemir rosa vitor pissaia

ARCHIVOS

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MEMORIA

A Fábrica‑Escola de Humanidades - FAEH - é um programa docente de ensino básico e técnico da Escola da Cidade, associação de ensino de arquitetura e urbanismo ativa há 20 anos no centro da cidade de São Paulo, Brasil. Conjugando as experiências do ensino superior e básico, a FAEH e a Escola da Cidade atuam na inovação pedagógica por meio da criação de relações entre arquitetura, história, cultura, território e cidadania, reinterpretando diferentes formas de ocupação do espaço. O compartilhamento de espaços e experiências entre jovens do ensino básico e graduandos forma também parte do projeto pedagógico da Fábrica-Escola. Isso porque a Escola da Cidade e a Fábrica-Escola compartilham não só o mesmo prédio, salas de aula e estúdios de projeto, como diversas atividades das instituições. Na Fábrica-Escola, há uma centralidade do ensino na ideia arquitetônica de projeto: um desenho para o futuro sempre refeito a cada momento de sua execução. O programa docente da Fábrica-Escola se dá assim por meio do ensino baseado na relação indissociável entre o fazer e o pensar. Realizando projetos, os alunos se deparam com desafios técnicos e conceituais do partido arquitetônico ao design, implicando os conhecimentos estudados na resolução de problemas práticos e conceituais que espelham nosso "mundo-habitat". Assim, o ensino por projeto convida os estudantes a expandir fronteiras e inovar práticas para uma sociedade mais justa e inclusiva. Na FAEH, não há aulas separadas em matérias e saberes particularizados. Ao contrário disso, professores de diversas disciplinas se somam para executar projetos em cinco eixos, cada um com sua produção específica: Filosofia, Artes, Literatura, Ecologia e Música, ou FALEM. Cada uma dessas composições tem um tema que norteia seus projetos, se recombinando a cada sequência do curso. Pode ser a construção de um barco e seus desdobramentos históricos, geométricos e estéticos. Ou a produção de um documentário sobre rios subterrâneos na cidade em suas implicações geográficas, sociais e cinematográficas. Fortalecendo o projeto docente político, se fizeram necessárias uma série de alianças com organizações localizadas tanto na região central quanto periférica da cidade de São Paulo. Uma importante parceria é com o MSTC (Movimento Sem Teto do Centro), que, além de indicar uma série de alunos bolsistas, traz como tema central do debate as novas formas de habitar, situadas à margem do habitual. Sem provas, atividades para casa, ou listas de exercícios, o rigor do aprendizado está no desenvolvimento dos projetos, tendo se tempo para errar, refletir e refazer. O acompanhamento do aprendizado dos alunos é feito através de um sistema de marcos avaliativos, que registram para os professores, responsáveis e, principalmente, para os alunos, quais procedimentos, linguagens e conceitos ele já acessou e por onde ele ainda pode caminhar. Parte do financiamento da Fábrica-Escola vem da fabricação de elementos construtivos e mobiliários urbanos de uso público para o mercado da construção civil. Vinculado ao projeto pedagógico, esses projetos revertem o valor de venda para a ampliação de bolsas, investimentos em pesquisa e formação, fomentando programas que aproximem a prática de uma atuação cidadã.

¿PARA QUIÉN?

A Fábrica-escola possui como público alvo todos os jovens (entre 14 e 18 anos) que buscam uma educação democrática, participativa e que fuja de metodologias tradicionais. Atualmente, seu corpo discente é composto por 87 estudantes, sendo ⅓ oriundos de escolas públicas; ¼ de estudantes não brancos; ¼ não heterossexuais e ⅕ não cisgêneros. Essa diversidade de identidades é possível a partir da construção de pontes entre a associação, movimentos sociais e comunidades, materializada pela concessão de 50% de bolsas integrais e parciais. Diante do contexto atual de invisibilidade, intolerâncias e violências contra as diversidades, a valorização e reconhecimento das pluralidades dos nossos estudantes são fundamentais para construir um ecossistema sócio-educacional que melhore as formas de viver, trabalhar, comunicar e de nos relacionarmos com os outros.

¿POR QUÉ?

A Fábrica-Escola de Humanidades se situa, no contexto brasileiro e da cidade de São Paulo, “à margem” das práticas docentes comuns ao ensino médio por duas razões principais: a inserção de novas epistemologias que sustentam as relações docentes; e a desfragmentação dos saberes ensinados, propondo que o conhecimento deve ser construído a partir do diálogo entre diferentes. Discutiremos esses aspectos a seguir. 1. Novas epistemologias : A Fábrica-Escola como “anti-máquina colonial” Para enfrentar, junto dos alunos do curso, temáticas urgentes à realidade brasileira atual, como o racismo estrutural, o genocídio indígena, a LGBTQIAP+fobia, a crise climática e as fronteiras da desigualdade local, a FAEH propôs ementas de cursos guiadas por temas. Esses temas focalizam a “margem” do pensamento europeu: cosmologias indígenas, tecnologias não-humanas, epistemologias africanas etc. 2. Desfragmentação dos saberes: o conhecimento como fenômeno relacional Considerando que o primeiro passo para a desmarginalização está na conexão entre diferentes saberes e na retirada de hierarquias de conhecimento, a junção de professores de diferentes áreas propicia, na FAEH, um rompimento das fronteiras na construção acadêmica. Assim, há aqui a valorização de ofícios e profissões em compromisso com sua conexão com a realidade, indo para o lado oposto da alienação no projeto docente.

INDICADORES DE IMPACTO DE SOCIEDAD ["Programas sociales","Emprendimiento social"]

INDICADORES DE IMPACTO DE ECONOMIA ["Economía circular"]

INDICADORES DE IMPACTO DE MEDIO AMBIENTE ["Ninguno"]

INDICADORES DE IMPACTO TRANSVERSALES ["Autosuficiencias comunitarias","Tecnología e innovación cívica"]

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